sábado, 5 de julho de 2014

Protocolo de Gerson (Parte 2)

O Milagre de Gerson é um vídeo que mostra o legado deixado pelo Dr. Gerson. Varias pessoas alegam que foram curadas de varias enfermidades graças ao protocolo criado por este homem, que a muitos anos vem sendo alvo de elogios por seus adeptos e também de críticas, que vem dos médicos que não aceitam esse tratamento como um possível responsável pela cura do câncer. Mas não vamos condená-los, eles foram manipulados na faculdade a serem céticos  , correm o risco até de perder o CRM e o direito de exercer a medicina, se afirmarem que esse tipo de tratamento funciona. 

Vídeo dublado:




Vídeo com áudio em inglês e legenda em português.



Lembro a vocês que é de suma importância fazer o tratamento medico convencional e complementa-ló com tratamentos alternativos que não sejam prejudiciais a saúde, como este que foi exibido nesta postagem. O protocolo de Gerson não coloca o doente em risco, comer legumes, verduras e frutas orgânicas não mata ninguém, ter uma alimentação saudável é a chave para ter uma boa saúde, e isso, todo mundo sabe, é um fato.  Mas se entupir de alimentos industrializados e alterados geneticamente podem provocar grandes estragos na saúde, e progressivamente leva a pessoa a ter alguma doença grave ou crônica.

Se você possui alguma doença grave, degenerativa, crônica ou quer se manter saudável e se prevenir de doenças, é fundamental ter um alimentação que contribua para a saúde do seu corpo. Sei que é difícil no começo, mas lembre-se que sua vida esta em jogo, é melhor comer corretamente do que desenvolver alguma doença futuramente.

"Aquele que não tem tempo pra cuidar da saúde vai ter que arrumar tempo pra cuidar da doença".  

Frase de Dr. Lair Ribeiro.


Link do instituto Gerson: http://gerson.org/gerpress/

Texto: Bruna Prado

Aprenda a comprar um bom azeite





A dieta recomendada como mais saudável para as populações, tendo como meta a redução de doenças cardiovasculares, é aquela consumida na região do Mediterrâneo. Um dos denominadores comuns dessa dieta é o consumo de azeite de oliva. Esse azeite fornece ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico (ômega 9), considerado fundamental pelas propriedades benéficas na redução da oxidação do LDL-colesterol, beneficiando a saúde cardiovascular.

Os efeitos benéficos do azeite de oliva irão depender do uso do óleo extra-virgem, especialmente por seu conteúdo de polifenóis, beneficiando a saúde cardiovascular e protegendo o organismo contra os danos dos radicais livres no organismo.

Em 2010, um estudo publicado por Torre-Carbot e colaboradores na revista Journal of Nutrition, mostrou os efeitos de dois tipos de azeite de oliva, virgem (com compostos fenólicos) e refinado (sem compostos fenólicos). A conclusão foi de que somente o azeite virgem reduziu os marcadores de estresse oxidativo e oxidação do LDL, o que é condição essencial na promoção e proteção da saúde.

Assim como esse, outros estudos mostram que os efeitos protetores do azeite de oliva estão correlacionados não só ao seu conteúdo de ácido graxo monoinsaturado, mas também aos compostos bioativos contidos nele. E para colher esses benefícios, o primeiro passo é aprender a comprar um bom azeite.

Confira 10 orientações:

1 – Antes de mais nada, não se deve comprar um azeite às pressas. É preciso calma para analisar a embalagem

2- O azeite de oliva é produzido unicamente a partir de azeitonas, ou seja se tiver algum outro óleo junto (soja, girassol ou outro) já não é um azeite de oliva genuíno, e sim um óleo composto

3- Na gôndola do mercado, deve-se escolher o azeite que estiver mais no fundo da prateleira, por estar menos exposto à luz, e portanto menos oxidado (a luz prejudica a qualidade do azeite)

4- Mesmo que o produto esteja dentro da validade, se ele estiver muito tempo exposto à luz não é recomendado

5- Preste atenção nos rótulos dos azeites importados. Deve-se dar prioridade aos azeites embalados no próprio país de origem. Os azeites que são produzidos num país e embalados em outro, podem sofrer o processo de oxidação, perdendo a qualidade nutricional (Ao comprar um azeite importado verifique se o código de barras começa com 789. Isso significa que esse azeite foi embalado no Brasil).

6- Observe no rótulo alguns termos, como produzido ou engarrafado. O termo produzido refere-se ao azeite que foi produzido e engarrafado no mesmo local. Diferente do termo engarrafado, que não garante a devida procedência

7- Sempre que possível compre azeites em embalagens de vidro

8- O melhor vidro é de coloração escura, que ajuda a proteger o azeite de oxidação

9- Caso observe algum azeite turvo, pode ser resultado de um menor grau de filtragem, quando partículas de azeitona ficam em suspensão no azeite. Isso não compromete a sua qualidade nutricional

10- Segundo a União Européia, o azeite extra virgem deve ter a acidez inferior à 0.8%, a extração deve ser a frio. Observe o rótulo.( De preferencia para os que possuem o nível de acidez  menor. Eu uso azeite com acidez 0,3 ou 0,5)

A cor do azeite depende do tipo e do estado de maturação (amadurecimento) da azeitona. A coloração verde é resultado da prensagem de azeitonas ainda verdes, diferente de um azeite com coloração mais escura ou dourado, resultado da prensagem de azeitonas mais maduras.

Como conservar

- É importante saber que a luz, o ar e o calor podem prejudicar a qualidade do azeite. Assim, para garantir a qualidade nutricional sempre feche adequadamente o vidro, guarde-o em local fresco, distante do sol e calor

- Dessa forma, mantenha o azeite longe do forno, microondas ou forno elétrico

- A melhor forma de guardar o azeite é em vidros, preferencialmente escuros

- Após abrir o azeite, a validade usual é de 3 meses. Sempre observe o rótulo

Teste seu azeite

Como saber se o azeite é extra virgem?

Coloque um pouco de azeite (em um recipiente de vidro) ou o próprio vidro de azeite dentro da geladeira. Mantenha a geladeira fechada por 48 horas (aproveite para fazer esse teste quando viajar em algum final de semana)

Ao abrir a geladeira, o azeite extra virgem deverá apresentar–se espesso

Isso acontece, porque o ponto de fusão (transformação de líquido para sólido) do azeite acontece na temperatura de 13-14° C, ou seja, com o abaixamento da temperatura o azeite deverá solidificar, e apresentar-se na forma pastosa

Fonte do Texto e imagem: 
http://veja.abril.com.br/blog/viver-bem/sem-categoria/aprenda-a-comprar-um-bom-azeite/

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Livro


Medicina Natural ao Alcance de Todos - Manuel Lezaeta Acharán


Medicina Natural ao Alcance de Todos


É um livro que quebra todos os nossos paradigmas sobre o que é saúde e doença. Por ser de fácil leitura, pode ser lido tanto por profissionais da área quanto por leigos. 
Traz idéias como "Saúde não se cria, se cultiva" e "Não existem doenças, mas sim doentes". 
Seu autor, que se curou de uma moléstia "incurável", mostra como tratamentos naturais podem curar até doenças ditas como incuráveis.
Em 1989 foi confirmado o livro de medicina naturista mais lido na América Latina.



Fonte de texto e imagem:
http://www.skoob.com.br/livro/69238-medicina-natural-ao-alcance-de-todos

Livro - Lugar de médico é na cozinha


Lugar de médico é na cozinha


Neste livro, o dr. Alberto Peribanez Gonzalez mostra que a chave para a saúde pode estar bem à mão, nos alimentos da horta e do pomar, dentro da sua própria cozinha. Com base em extensa pesquisa científica, o autor lança a alternativa da alimentação viva, empregada já por povos sadios da Antiguidade, propondo a transformação de hábitos nocivos arraigados em atitudes conscientes de saúde.

Probiótica, nutracêutica, sinergismo e medicina integrativa são alguns dos termos dessa revolução médica, que renova a abordagem do tratamento de doenças e amplia a dimensão da saúde para além do corpo humano, abrangendo também a harmonia com a natureza e com o planeta em que habitamos. Dr. Alberto Peribanez Gonzalez já esteve em vários programas de televisão ensinando sobre o suco verde e os benefícios da alimentação viva. O livro traz 90 receitas, inclusive a do suco verde.

Fonte de texto e imagem:

http://www.skoob.com.br/livro/38227/


Agrotóxicos são um perigo no prato

Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos. Apesar de aumentar a produtividade na lavoura, seu uso acarreta problemas de saúde e perda da biodiversidade, contaminando o solo, a água, a flora e a fauna. 


Devido ao clima tropical, à incipiente informação por parte dos fabricantes e ao monitoramento precário do poder público, muitos agricultores não têm o necessário cuidado ao manipular os produtos. Em 2007, 3.306 produtores sofreram intoxicação pelas substâncias no País e, desses, 23 morreram. 

Diversos estudos apontam para casos de câncer, alterações hormonais e riscos maiores de distúrbios neurológicos, em especial a depressão, que pode levar ao suicídio, em pessoas expostas a agrotóxicos por longos períodos. 

A Anvisa constatou que, entre 2001 e 2004, das 4 mil amostras de culturas oriundas de 13 estados, 83,4% continham resíduos de agrotóxicos não autorizados e 16,6% estavam acima do limite máximo de químicos recomendado. Em junho de 2009, o órgão intensificou a fiscalização dasempresasdo ramo. Nas seis companhias vistoriadas, foram encontradas irregularidades. Ao todo, 9 milhões de litros do material foram interditados. De janeiro a março deste ano, já foram apreendidas 10,95 toneladas de produtos falsificados nas lavouras do País. 

Por isso, deve-se priorizar o consumo de alimentos orgânicos. Além de não agredirem o meio ambiente, eles possuem em média 25% mais nutrientes do que os convencionais. O milho cultivado sem agrotóxico contém 58% mais componentes que ajudam a proteger o coração, e os tomates, morangos e amoras orgânicos, cerca de 20%. 

No Brasil, os alimentos orgânicos movimentam mais de US$ 250 milhões por ano. Com a Lei de Produção de Orgânicos, detalhada no final de 2009, teremos condições de tornar a nação uma grande produtora, já que as normas dão segurança e incentivam investimentos na área. Atualmente, os orgânicos são cultivados por somente 1,8% dos agricultores brasileiros, e 60% da produção é exportada. Contudo, o mercado internacional do setor movimenta em torno de US$ 50 bilhões anualmente.


Fonte do texto: 
http://www.e-campo.com.br/Conteudo/Noticias/VisNoticias.aspx?ch_top=5603&Painel=1&